Leonardo Gonçalves e outros cantores gospel vão ao Rock in Rio e evangélicos reclamam

O festival de música Rock In Rio teve seu encerramento na noite do último domingo, 24 de setembro, marcado no meio evangélico por polêmicas envolvendo artistas gospel que foram ao evento apreciar as apresentações das atrações internacionais da música pop. Nas redes sociais, nomes como Leonardo Gonçalves, Clóvis Pinho e Verônica Sacer foram alvo de muitas críticas.

Leonardo Gonçalves, cantor que decidiu dar uma pausa na carreira em 2016, foi filmado assistindo o show do cantor norte-americano Justin Timberlake, no domingo 17 de setembro, primeira semana de apresentações. O vídeo foi publicado pelo site Fuxico Gospel e gerou enorme repercussão entre os fãs do artista gospel nas redes sociais.

Já o cantor Clóvis Pinho, um dos integrantes do projeto Preto no Branco, teria publicado uma imagem em um de seus perfis nas redes sociais de uma pulseira do evento, que dava acesso a um dos dias de shows. Posteriormente, a cantora Verônica Sacer, esposa de Davi Sacer – ambos integrantes do Ministério Apascentar – postou uma foto ao lado de Pinho, em frente a um dos portões de acesso da “Cidade do Rock”.

Os comentários a respeito das visitas desses artistas ao Rock In Rio entre os fãs foram variados, com grande parte dos evangélicos tecendo críticas severas aos cantores. O cenário, no entanto, não é inédito. Em 2001, o Oficina G3 foi convidado pelos organizadores do evento e fez um show na abertura do Rock In Rio 3, e as críticas à banda de rock paulista foram tão intensas que muitas igrejas, na época, diziam que não convidariam mais os artistas para apresentações. 16 anos depois, a banda continua na estrada e vem lançando músicas inéditas que farão parte de um futuro álbum, a ser distribuído de maneira independente.

Bíblia no Rock In Rio
Uma nota curiosa a respeito do evento realizado no Rio de Janeiro foi a localização de uma Bíblia Sagrada entre os itens perdidos pelos espectadores. Segundo informações do Uol, os organizadores revelaram que dentre os itens perdidos estava um exemplar do livro sagrado do cristianismo.

Para quem encontrava objetos pessoais e levava até a sessão de “achados e perdidos” do evento, a retribuição pela atitude era um chaveiro do evento. Não há informações detalhadas sobre o proprietário da Bíblia, mas ela ficará à disposição para ser resgatada por 30 dias, e após esse período, deverá ser encaminhada para doação.

(Gospel+)

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