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Desenho da Amazon apresenta Lúcifer como herói e anjos como vilões

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A série "Hazbin Hotel", divulgada pela Amazon Prime, gera controvérsias ao retratar anjos como vilões e demônios como heróis - Foto: Prime Vídeo

A Amazon Prime divulgou recentemente o trailer de uma nova série animada chamada “Hazbin Hotel”, que tem gerado controvérsias ao retratar anjos como vilões e demônios como personagens “bons”. O enredo narra a história romântica entre Lúcifer e Lilith, introduzindo uma perspectiva única sobre o Céu e o Inferno.

O trailer descreve Lúcifer como “um sonhador com ideias fantásticas para toda a criação”, porém, é visto como um encrenqueiro pelos anciãos do Céu, que consideram suas ideias perigosas para a ordem do mundo celestial. A narrativa também faz referência a Lilith, uma figura demoníaca feminina na mitologia judaica, supostamente a primeira esposa de Adão.

A trama sugere que o Céu estava “ameaçado” pelo poder do inferno, e segundo o New York Times, a protagonista, Charlie Morningstar, é a “princesa do inferno”, cujos pais, Lúcifer e Lilith, desencadearam o reino infernal ao introduzirem o livre arbítrio à humanidade através da árvore do conhecimento do bem e do mal.

A divulgação do trailer gerou críticas nas redes sociais, com alguns internautas pedindo o cancelamento da produção. O editor sênior do portal The Federalist, John Daniel Davidson, expressou sua insatisfação, afirmando que o desenho retrata “Lúcifer e os demônios como heróis corajosos” e classificou a produção como “coisa maligna”.

O editor associado do portal “HotAir”, David Strom, escreveu um editorial observando que o trailer dá a impressão de que “Deus é um opressor e Satanás, o libertador”. Ele questiona o que isso diz sobre nossa sociedade, quando uma das maiores corporações do mundo está promovendo uma série em que anjos são retratados como vilões e Satanás como o mocinho.

A série “Hazbin Hotel” foi criada pela animadora Vivienne Medrano e se baseia em um piloto de sucesso lançado no YouTube em 2019. A empresa de entretenimento “A24” ajudou a financiar e desenvolver a série, que foi posteriormente adquirida pela Amazon. Em uma entrevista recente, Vivienne destacou a mudança cultural que permite contar histórias diversas, incluindo aquelas com temas LGBT, refletindo a evolução e diversidade de perspectivas na sociedade.

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