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Gospel

Helena Tannure causa polêmica ao falar sobre a canção Jeová Jireh: “Cantando fora de hora nas igrejas”

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Pastora Helena Tannure aborda o uso de louvores nas igrejas - Foto: Reprodução

Durante um culto na Lagoinha Jacksonville/FL, a pastora Helena Tannure trouxe à tona uma reflexão profunda sobre o cenário atual da adoração nas igrejas, gerando intensas discussões nas redes sociais. Com palavras firmes, ela falou das suas preocupações e chamou a atenção para a necessidade de uma mudança de direção no louvor coletivo.

“Eu, agora quero falar com a equipe de louvor, com todo o meu respeito e com toda a Igreja também. Que a equipe de louvor nos dirige. Mas todos nós também estamos na congregação cantando as mesmas canções. Gente, nós estamos com a nossa adoração com Deus tão comprometida. Que até as nossas canções elas falam mais de nós mesmos do que da Majestade de Deus”, começou Tannure, visivelmente preocupada.

Ao abordar a diversidade de denominações que visita, a pastora destacou que sua inquietação não é específica de uma igreja, mas um fenômeno que observa em diversas tradições cristãs. “Eu entro em todas as igrejas de denominações diferentes. Presbiterianas renovadas, Assembleia nas igrejas reformadas, igrejas pentecostais, igrejas renovadas, igrejas tradicionais. Eu tenho ficado muito preocupada.”

Helena Tannure prosseguiu, ressaltando a qualidade das músicas cristãs contemporâneas, fruto da inspiração de Deus, mas apontou o desalinhamento na forma como são executadas durante os cultos. “As músicas são boas, as músicas são inspiradas pelo Senhor pelo Espírito Santo. Os artistas e os compositores cristãos estão compondo músicas lindas, mas a gente cantando elas fora de hora.”

A pastora, conhecida por sua franqueza, exemplificou sua preocupação com a canção “Jeová Jireh”, de Aline Barros, questionando se determinadas músicas, por mais belas que sejam, estão sendo cantadas nos momentos apropriados. “Gente, essa música é linda, ela é maravilhosa. Ela proclama que Deus é Provedor. Ela proclama que Deus vai atravessar conosco os vales, mas ela está falando sobre mim.”

A análise da pastora se estendeu para além do aspecto musical, adentrando o significado mais profundo da adoração coletiva. “O culto é quando a igreja do Senhor se reúne para fazer no coletivo o que a gente faz no privado. Olha que coisa tremenda. Quando a gente não assiste culto a gente presta. Não é para assistir culto, gente? É, vocês tinham, não dá amado, você não vem assistir o culto.”

Tannure enfatizou a importância de retomar a prática de cultuar a Deus de maneira concentrada durante os momentos litúrgicos. “O culto é para Deus. Nós precisamos, gente, retomar essa prática de ter aquela tensão, sabe aquela tensão? Sei o que o Senhor quer ouvir da gente. Aquela tensão, vou preparar uma oferta. Eu não vou pegar qualquer coisa. Eu não vou dar pra Deus o meu resto.”

Ao encerrar sua ministração, a pastora lançou um apelo para que a adoração transcendesse o mero ato de cantar músicas, alcançando as atividades cotidianas e se tornando uma expressão constante de gratidão. “Gente, a vida de devoção é sobre o Senhor. É sobre ser grato por aquilo que Deus tem dado a você. Vida com ele. Vida de Deus na nossa vida, vida de adoração, vida de rendição.”

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