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Irmão de Paulo Cupertino revela vontade de batizá-lo nas águas

José Matias Cupertino é pastor evangélico em Apucarana, no norte do Paraná

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José Matias Cupertino é pastor evangélico e irmão de Paulo Cupertino - Foto: Reprodução

O irmão do Paulo Cupertino (preso pela morte do ator Rafael Miguel e seus pais) falou sobre a prisão do irmão, que há três anos, era um dos homens mais procurados do estado de São Paulo.

José Matias Cupertino, que é pastor evangélico em Apucarana, no norte do Paraná, disse ao RIC TV Londrina da vontade que tem de batizar o irmão. Paulo é mais novo que José 18 anos.

O pastor conta que Paulo Cupertino não se comunicou com a família após os assassinatos. Mesmo assim, a família passou a ser vigiada pela polícia. Em ocasiões, chegou a ter a igreja visitada por policiais disfarçados de fiéis. Segundo ele, Paulo não tinha uma relação próxima com ele, e se lembra de ter conversado com ele há 10 anos.

Sobre a prisão do irmão, ele declarou: “Eu não me alegrei e não lamentei. Na verdade, uma das coisas que eu mais queria é que ele se entregasse, que era o certo ele ser preso para pagar o que ele fez”, explica José.

Segundo o religioso, a sua filha optou por tirar o sobrenome para evitar ser demitida dos seus trabalhos, mesmo não tendo laços com o tio. Sua sobrinha, e filha de Paulo, não consegue ser contratada até os dias de hoje. O pastor também relata que as pessoas afirmavam que ele teria informações do foragido.

Ele, que é pastor em Apucarana há três anos, já ajudou a construir diversas igrejas. “Ainda que seja uma das últimas coisas que eu faça no meu ministério, é batizar o meu irmão Paulo Cupertino”, disse ao repórter Rafael Machado, da RICtv Londrina.

José confirmou que deve visitar Cupertino no presídio e levar uma bíblia para ele. “Se eu batizar o meu irmão Paulo, eu me realizo como profeta, como pastor, como obreiro da seara de Deus”, disse ele.

Paulo Cupertino foi preso na tarde de segunda-feira (16/05), em São Paulo. O empresário estava foragido há quase três anos. Ele foi detido no bairro Jardim Miriam, zona sul de São Paulo (SP), no 98º DP, e foi encaminhado ao Palácio da Polícia, na região central da capital paulista.

Cupertino usava disfarces como bengala e chapéus. Ele sempre usava roupas de manga longa e máscara contra Covid-19. Também colocava lente de contato azul e pintava o cabelo e a barba.

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