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Jean Wyllys critica pregação evangélica em táxi: “Não somos obrigados a ouvir exorcismos”

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Jean Wyllys criticou um taxista por ouvir pregação evangélica, considerando-a desrespeitosa - Foto: Reprodução/Instagram

O ex-deputado federal Jean Wyllys expressou seu descontentamento com uma situação que vivenciou em um táxi, onde o motorista estava ouvindo uma rádio com conteúdo religioso evangélico. Wyllys usou suas redes sociais para compartilhar o ocorrido, descrevendo o momento como desrespeitoso.

Wyllys relatou que, ao entrar no táxi, o motorista aumentou o volume do rádio, sintonizado em um programa evangélico, o que o incomodou. Após solicitar que o rádio fosse desligado, o motorista teria relutado por alguns segundos antes de atender ao pedido.

“Acabo de mandar uma real para um taxista. Quando entrei em seu carro ele aumentou o rádio com um programa proselitista neopentecostal. Pedi que desligasse. Ele relutou em silêncio uns 10s. Repeti o pedido e ele então desligou”, iniciou Jean.

O ex-parlamentar argumentou que não se sentia confortável com a imposição de conteúdo religioso enquanto utilizava o serviço de transporte público, destacando a diversidade religiosa e a presença de pessoas não religiosas na sociedade brasileira.

Jean Wyllys também confrontou o motorista, explicando sua posição: “Não somos obrigados a ouvir pregações e exorcismos em rádios de sua religião quando estamos pagando pelo seu serviço”. Ele ressaltou a importância da educação por parte do motorista, sugerindo que, ao receber outros passageiros, deveria perguntar se desejavam ouvir aquele tipo de conteúdo.

A reação de Wyllys gerou diferentes opiniões, incluindo a do biólogo Eli Vieira, conhecido por suas visões ateístas e homossexuais. Vieira sugeriu que uma abordagem mais humorada poderia ter sido adotada por Wyllys, enfatizando a importância do diálogo e da reciprocidade nas interações.

“Se fosse eu, ateu e gay, ia bater um papão com ele sobre se ele prefere a Ana Paula Valadão ou outra artista evangélica, e dar uma cutucadinha de leve mencionando a música infantil ‘quem pecar vai morrer’, e até contaria com bom humor que sou conhecido por ter respondido ao Malafaia”, comentou o biólogo, em resposta a Jean.

Em resposta às críticas, Eli Vieira também compartilhou sua experiência positiva de convivência com evangélicos, sugerindo que o problema não era a orientação sexual ou a falta de religião de Wyllys, mas sim sua própria postura.

“Fui funcionário de um casal evangélico dono da escola em que trabalhei como coordenador, 2019-2021. Nunca tive problemas com eles, são pessoas ótimas”, disse ele, concluindo que “em outras palavras, meu querido, seu problema não é ser gay nem sem religião, seu problema é ser o Jean Wyllys”.

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