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Mãe faz apelo e esclarece situação de criança que questionou existência de Jesus em vídeo viral

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Diretores de escola são afastados em Resende após vazamento de vídeo viral - Foto: Reprodução

Após a divulgação de um vídeo polêmico nas redes sociais, diretores da escola Ciep 489 Augusto de Carvalho, em Resende (RJ), foram afastados temporariamente pela prefeitura da cidade. O vídeo, que mostra um menino de 7 anos aparentemente em estado de profunda raiva, gerou debates intensos sobre a educação familiar e a exposição precoce de crianças a situações delicadas.

No vídeo, a criança, identificada como Bernardo, expressa desejo de violência e questionamentos religiosos, além de manifestar raiva contra a escola e afirmar que gosta do diabo.

Na gravação, é possível entender que o menino queria ir para casa sozinho. No entanto, como seus pais estavam demorando e os funcionários o impediam de sair, ele começou a atacar móveis e objetos da sala de aula. Em determinados momentos, ele chega a dizer “eu gosto é do diabo” e “no dia da luta contra o diabo, eu vou ajudar o diabo a acabar com Jesus”, em meio ao estado de raiva.

A situação gerou preocupação entre os internautas, com algumas pessoas expressando compaixão pela criança e outras levantando questões sobre a exposição excessiva a conteúdos prejudiciais.

A mãe do menino, identificada como Patrícia, fez um apelo pela retirada do vídeo, ressaltando que seu filho está passando por problemas psicológicos e está em tratamento médico. Ela também pediu compreensão e apoio da sociedade e das autoridades, destacando a necessidade de ajuda psicológica para seu filho, em vez de julgamentos.

“Peço para quem gravou e para quem compartilhou que apague, pois já tomei medidas e a justiça vai chegar até vocês. O vídeo é muito pesado, ele fala coisas horríveis. Mas é uma criança que está visivelmente precisando de ajuda psicológica e médica, não de julgamentos da sociedade e da escola”, desabafou a mãe, em um dos grupos que circulava o vídeo.

Segundo ela, no final de janeiro o menino começou a tomar um novo medicamento, e ela suspeita que essa alteração menino tenha haver com o novo remédio.

Ela afirma ainda esperar uma medida da Secretaria de Educação e do Conselho Tutelar. “Eu estou correndo atrás de ajuda, estou desesperada e não quero ver meu filho sendo exposto dessa maneira”, disse, sem detalhar como é o ambiente que Bernardo convive fora do ambiente escolar.

A prefeitura de Resende divulgou um comunicado afastando temporariamente toda a direção da escola e informando que a criança e sua família estão recebendo suporte da Superintendência de Saúde Mental do município. Um processo administrativo foi aberto para investigar o caso. Assista o vídeo:

 

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