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Menino que comeu lagartixa frita ficou traumatizado, diz mãe

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Menino de 11 anos ficou em estado grave após comer lagartixa, em Formosa - Foto: Raquel de Souza

Um menino de 11 anos, morador de Formosa, enfrentou momentos difíceis após passar mal ao ingerir lagartixa frita, em um incidente ocorrido no dia 6 de novembro. O caso chamou a atenção não apenas pelo episódio em si, mas também pelos desdobramentos na saúde física e mental do menino.

Segundo a mãe, Raquel de Souza, o garoto passou por três internações desde então e agora enfrenta crises de ansiedade. “Ele ficou bem traumatizado, vai ter que começar tratamento com psiquiatra e psicóloga. Vou ver hoje para ele começar, porque os médicos disseram que ele tem que fazer. Ele está tendo crises de ansiedade, vários problemas”, relatou Raquel.

Após a última internação, que ocorreu na sexta-feira (24), o menino recebeu alta, mas sua mãe destaca que o psicológico permanece abalado. Apesar de estar fisicamente melhor devido à medicação, o menino perdeu cerca de 3kg desde o incidente, conforme relato da mãe.

“Ele emagreceu muito, mas fisicamente está mais tranquilo”, acrescentou Raquel, mencionando que o filho está tomando remédios para o estômago e antibióticos.

O caso teve origem quando o menino passou o final de semana na casa do pai e, ao brincar com a madrasta e a mãe dela, surgiu a ideia de comer lagartixa. A mãe da madrasta, em depoimento à polícia, explicou que o menino ficou curioso com a história e demonstrou interesse em experimentar o animal, após ouvir que antigamente as pessoas o comiam por necessidade.

O delegado Paulo Henrique Santos informou que a criança aceitou o desafio e caçou cerca de quatro lagartixas, que foram preparadas pela mãe da madrasta. Desde então, o menino vem enfrentando problemas de saúde, incluindo infecção e complicações intestinais.

A mãe relatou que o filho tem sentido diariamente sintomas como dor de cabeça, vômito, diarreia, fraqueza, febre e falta de apetite desde o ocorrido. Mesmo após as internações, ele enfrenta dificuldades em se alimentar, consumindo principalmente frutas e água de coco.

O caso segue em investigação pela polícia. Até o momento, não foi possível localizar a madrasta e a mãe dela para que se manifestassem sobre o incidente. O menino deve retornar à escola nesta segunda-feira (27), mas a família enfrenta agora o desafio de lidar com as repercussões físicas e emocionais desse episódio peculiar.

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