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Mundo Cristão

Novo presidente da Frente Evangélica, Eli Borges afirma que STF deveria “xeretar menos”

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Deputado Eli Borges na tribuna da Câmara Federal - Foto: Zeca Ribeiro

O novo presidente da Frente Parlamentar Evangélica, deputado Eli Borges (PL-TO), fez críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) em relação ao seu posicionamento sobre uniões estáveis homoafetivas.

Em declaração ao portal Metrópoles, Eli Borges afirmou que o STF deveria “xeretar um pouco menos o Poder Legislativo brasileiro”, referindo-se à equiparação das relações entre pessoas do mesmo sexo às uniões estáveis entre homens e mulheres, estabelecida pelo Supremo em 2011.

Ao comentar sobre um projeto de lei que proíbe o casamento entre pessoas do mesmo sexo, aprovado pela Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados em 2023, Eli Borges enfatizou a importância de respeitar o que está escrito na Constituição Federal brasileira.

Ele argumentou que a proposta visa garantir o que está estabelecido na Constituição, reiterando a definição de família conforme o texto constitucional.

Eli Borges assumiu a liderança da bancada evangélica na última quarta-feira (7 de fevereiro de 2024), substituindo o congressista Silas Câmara (Republicanos-AM), cujo mandato foi cassado por gastos ilícitos de verba de campanha eleitoral em 2022.

O deputado defendeu Silas, sugerindo que a questão poderia ter sido resolvida com multa, e destacou que ambos revezam o mandato de presidente da bancada, conforme acordo estabelecido desde fevereiro do ano anterior, até o final deste ano.

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