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Política

PT lança ofensiva para dizer que Lula ‘nunca fechará igrejas’ e criou Marcha para Jesus

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Lula - Foto: Reprodução/Facebook

Segundo o jornal Folha de S. Paulo, o Partido dos Trabalhadores (PT) vai lançar uma ofensiva para desmentir rumores de que Lula (PT) fechará igrejas evangélicas no país, caso seja eleito presidente nas eleições deste ano.

Para o partido de Lula, o PT lembrará que o presidenciável sancionou a lei da liberdade religiosa, em 2003. Além disso, a campanha do ex-presidente vai focar em informar aos eleitores cristãos que Lula também sancionou a lei que criou o Dia da Marcha para Jesus, em 2009. O evento é um dos mais importantes para os evangélicos, e que arrasta milhões de fiéis todos os anos.

Proposta pelo bispo e então senador Marcelo Crivella, da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd), Lula sancionou em 3 de setembro o Dia Nacional da Marcha para Jesus. A data é comemorada anualmente, no primeiro sábado subsequente aos 60 (sessenta) dias após o Domingo de Páscoa.

Vale lembrar que, a Marcha Para Jesus de São Paulo, por exemplo, completou neste ano 30 anos de realização. Ou seja, é realizada bem antes da data que foi sancionada. A Marcha para Jesus chegou ao Brasil em 1993. Naquele ano, já sob a coordenação do Apóstolo Estevam Hernandes, foi realizada a 1ª edição que saiu da Av. Paulista.

De acordo com a reportagem da Folha, a coordenação da campanha de Lula vem recebendo relatos de diversas localidades sobre fake news espalhadas até mesmo dentro de templos afirmando que o petista perseguirá religiosos e não permitirá que elas sigam funcionando.

A plataforma “Verdade na Rede”, criada pelo partido, confeccionou uma peça visual que mostra o ex-presidente com as mãos unidas sob o título “Lula é cristão e governa para todos”. O texto diz que “o bolsonarismo volta a mentir para espalhar terror entre as pessoas de fé. Lula é cristão”.

A publicidade diz ainda que, como presidente, ele sancionou a lei da liberdade religiosa, em 2003, “nunca fechou e nunca fechará igrejas”. “Ele sabe que um presidente deve respeitar todas as pessoas. É católico. Respeita todas as religiões. Não vai fechar igrejas”, diz ainda o texto.

Na época, na cerimônia em que sancionou a lei que criou o Dia da Marcha para Jesus, Lula recebeu a visita de representantes das principais denominações evangélicas do Brasil, como o então senador e bispo Marcelo Crivella e o Apóstolo Estevam Hernandes, da Igreja Renascer em Cristo.

Além deles, religiosos da Assembleia de Deus, da Sara Nossa Terra e da Igreja Batista estavam presentes. Os pastores, inclusive, deram as mãos e rezaram pela saúde da então ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), que foi ao local cumprimentá-los.

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