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Gospel

Após deixar prisão, cantora gospel comemora e promete contar seu testemunho

Izabela Cristy conseguiu a concessão de prisão domiciliar na última segunda-feira (30/05), e deixou o presídio

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Isabela Cristi Gomes Barros, que se apresentava nas redes sociais como Izabela Cristy, de 28 anos - Foto: Reprodução/Instagram

Izabela Cristy, de 28 anos, conseguiu a concessão de prisão domiciliar na última segunda-feira (30/05), e deixou o presídio onde estava desde o início de maio, na tarde desta quarta-feira (01/06). Ela deixa a prisão após 26 dias.

Ela é acusada, ao lado do marido, David Robson de Barros, de 33 anos, de causar prejuízo a cerca de 300 pessoas por meio de um esquema de pirâmide financeira.

Algumas horas depois de deixar o Presídio de Vespasiano, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (MG), a cantora gospel enviou um áudio nos grupos de WhatsApp para dizer que “estava de volta”.

Além de enviar os áudios, a cantora já está ativa nas redes sociais. No entanto, a conta de Izabela está fechada no momento. “Esqueça os rótulos que os homens dão a você. O que importa é como Deus te chama”, escreveu ela nos stories.

“Os irmãos de José o chamaram de sonhador. Já os ismaelitas o chamaram de boa compra. Potifar o chamou de escravo. O carreteiro o chamou de prisioneiro, mas Deus chamou de GOVERNADOR.”, finalizou Cristy agradecendo o apoio que recebeu. Além disso, acompanhada do texto, Isabela postou a música “Não foi por Acaso”. “Obrigada a todos que estão intercedendo por essa causa. Vem testemunho, em breve estarei dando pronunciamento sobre tudo”.

Isabela e o marido foram detidos no dia 6 de maio em Lagoa Santa, na Grande BH. Segundo as investigações, os clientes faziam investimentos iniciais de R$ 250 a R$ 40 mil sob a promessa de ganhos acima dos praticados no mercado, com até 100% de lucro em 40 dias. A Polícia Civil ainda investiga o caso.

De acordo com a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), Isabela deixou o Presídio de Vespasiano na tarde desta quarta para entrar no regime de prisão domiciliar. “(Ela) deu entrada na Unidade Gestora de Monitoração Eletrônica (UGME), após determinação da Justiça. Ela passará a ser monitorada eletronicamente, por tornozeleira”, completou a pasta.













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