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Juiz arquiva denúncia de assédio contra o pastor Davi Passamani

O famoso pastor Davi Passamani, que integra a igreja CASA, teve seu caso de assédio contra fieis de sua igreja arquivado pela justiça, segundo seu advogado Wilson Carlos de Almeida Júnior.

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Há alguns meses, a médica veterinária Gabriella Palhano utilizou sua conta no Twitter para expor acusações contra o pastor evangélico, afirmando que foi constrangida por ele em conversas íntimas via Whatsapp.

À época, Gabriella disse que Davi Passamani “começou a falar que queria sentir meu beijo e começou a falar de um sonho que teve comigo, horrível, por sinal, nojento… Vocês devem imaginar o sonho. Então eu disse que tinha que desligar e comecei a chorar muito e ele continuava mandando mensagem”.

O pastor chegou a ser afastado de suas funções e confessou à igreja o adultério, mas negou que tivesse abusado a moça. A esposa de Davi Passamani perdoou o marido na época.

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O caso foi registrado na polícia e o processo deu andamento na esfera judicial, até ser arquivado agora por falta de justa causa pelo juiz Luís Henrique Lins Galvão de Lima, atendendo a requerimento do Ministério Público.

O Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJ-GO) informou que o caso corre em segredo de justiça, e por conta disso não poderia repassar mais informações.

A advogada de Gabriella Pallhano, Taísa Steter, informou ao G1 que não foi notificada da decisão que culminou no arquivamento, mas disse que a “ausência de justa causa não significava que a violência contra a dignidade sexual não tenha acontecido”, e prometeu recorrer da decisão.

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