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Música Gospel

Banda Oficina G3 se pronuncia após polêmica

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Nota oficial da banda gospel é publicada na tarde desta quarta - Foto: Reprodução

A banda gospel Oficina G3 se pronunciou na tarde desta quarta-feira (04/01), sobre as críticas que recebeu após um de seus integrantes participar da posse do presidente Lula, no último domingo (01), em Brasília.

Segundo a banda, depois de toda a polêmica, de horas de conversa, aconselhamentos e orações, o grupo achou por bem se manifestar.

A banda inicia a nota de esclarecimento ressaltando que o ministério possui 30 anos de existência, formado atualmente por Juninho Afram, Jean Carlos e Duca Tambasco. Esse último, baixista, teria tocado no show feito para celebrar a chegada do presidente petista.

“Ao longo dessa jornada, diversas pessoas passaram pela banda, sejam músicos, técnicos e demais profissionais do meio musical. Contudo, jamais em nossa história misturamos política ou qualquer coisa que tenha um viés político ao nosso ministério”, afirma a banda.

A banda afirmou que o posicionamento político de qualquer um dos membros “não representa o posicionamento da banda, que repetimos, não tem e jamais terá cunho político, pois essa instituição prega apenas a mensagem de Jesus descrita na Palavra”, disse.

“Em nosso ministério falamos única e exclusivamente do amor de Deus, da mensagem da salvação através de Jesus e da consolação do Espírito Santo. Essa sempre foi e sempre será a nossa única mensagem. Aqueles que nos acompanham durante toda nossa história sabem disso”, completou a nota.

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O grupo segue dizendo que o Oficina G3 “é formado por indivíduos que possuem pensamentos, posicionamentos e opiniões políticas que não são, e jamais serão objeto de expressão de nossa mensagem como banda”.

O ministério de louvor finaliza o assunto fazendo um pedido aos seus fãs e seguidores e encerrou solicitando o fim das discussões acerca da polêmica:

“Precisamos cuidar para que a polarização, linchamentos virtuais e a cultura do cancelamento que atingiram níveis insuportáveis em nossa nação não destrua relacionamentos, famílias e instituições”.

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“Esperamos que essa nota encerre de uma vez por todas essa discussão, pois não nos manifestaremos novamente sobre esse assunto publicamente, mas, se preciso, no devido processo legal”, afirmou. “No amor de Jesus”, finalizou.

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