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Família de Miguel pede quase R$ 1 milhão de indenização à ex-patroa

A família do garoto Miguel Otávio Santana da Silva, que morreu com apenas 05 anos de idade após cair de um prédio no Recife (PE), entrou com uma ação indenizatória contra Sarí Corte Real, acusada nesse caso de agir com negligência por abandono de incapaz.

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Em 2 de junho deste ano, Mirtes (mãe de Miguel) deixou o filho com a então patroa (Sarí Corte Real), e desceu para levar o cachorrinho da família para passear na calçada do condomínio.

O menino de 5 anos, segundo o relato feito pela família no processo, tentou encontrar a mãe, pois queria ficar com ela e passear com o cachorro. Sarí, que estava fazendo as unhas no momento, e estava encarregada de cuidar de Miguel, não o impediu de utilizar o elevador do prédio de 38 andares. Miguel acabou caindo de uma janela do nono andar.

A família do garoto está pedindo R$ 987 mil de indenização à Sarí, e acredita que ela agiu com preconceito social: “Jamais ela viraria a costas e voltaria para a manicure”, diz na ação.

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O texto fala ainda sobre a empresária Sarí Corte Real supostamente ter voltado a fazer as unhas depois que deixou Miguel sozinho no elevador do prédio: “Sobra paciência para gastar horas modelando unhas, porém falta paciência e tato para lidar com a birra de uma criança por apenas 10 minutos.”

Sari Corte Real também está sendo processada criminalmente pelo Ministério Público do Pernambuco (MP-PE), por abandono de incapaz com resultado morte, e pode pegar de 4 a 12 anos de prisão, se condenada.

Ao Fantástico, a acusada disse que não fez nada de propósito, e que se pudesse tentaria fazer tudo de forma diferente: “Sinto que fiz tudo o que podia. Se eu soubesse que tudo isso ia acontecer, eu voltava e tentava fazer mais do que eu fiz naquela hora”, afirmou. “Eu acreditei que ele voltaria para o andar.”

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