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Filmado em vídeo íntimo com sogro, Juninho Virgílio já foi preso por tráfico em 2019

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Nesta quarta-feira (22/11), um dos personagens do recente escândalo sexual que agitou as redes sociais foi identificado como João Alecio Virgílio Junior, conhecido como Juninho Virgílio. Contudo, essa não é a primeira vez que seu nome aparece nas manchetes, pois em 28 de abril de 2019, Juninho foi preso em flagrante por tráfico de drogas.

De acordo com informações do Tribunal de Justiça de São Paulo, Juninho Virgílio e um amigo foram pegos com 26 porções de cocaína escondidas em uma moita e outras 26 porções dentro de um maço de cigarros, configurando um flagrante por tráfico. Apesar do Ministério Público solicitar a prisão preventiva, o juiz optou pela liberdade provisória, levando em consideração o fato de Juninho ser réu primário na época.

O caso atual envolve a exposição feita por sua companheira, Camila Oliveira, que descobriu um relacionamento amoroso entre Juninho Virgílio e seu próprio pai, Edielson Oliveira. O tumulto resultante da revelação incluiu um carro em chamas e agressões físicas.

Camila utilizou o Facebook para compartilhar vídeos e prints que comprovam o envolvimento amoroso entre seu marido e pai, alegando que o relacionamento tinha motivações financeiras. As imagens, que se espalharam rapidamente, tornaram “Araraquara”, “Sogro” e “Genro” trending topics nas redes sociais.

Após a repercussão, Edielson Oliveira teria incendiado o carro de Juninho, gerando tumulto e admitindo publicamente a relação com o genro. Durante a confusão, lançou uma garrafa de vidro, ferindo uma jovem, e acabou sendo agredido por vizinhos. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil.

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