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Pai estupra a filha por quatro dias e diz que sexo entre parentes é “bíblico”

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A mulher de 29 anos foi estuprada pelo próprio pai durante quatro dias - Foto: Reprodução

Uma mulher de 29 anos revelou detalhes dos quatro dias em que passou em cárcere privado. O criminoso, o próprio pai da mulher, de 60 anos, estuprou a filha várias vezes, no Gama (DF).

Os abusos se iniciaram na última sexta-feira (01/04), quando eles estavam em um bar. Segundo a vítima, ela foi acordada pelo pai quando foi forçada a fazer sexo anal. Ela conta que ficou bastante assustada e perguntando ao pai o motivo dos abusos.

Em resposta, ouviu que “o mundo estava evoluído e que estava na bíblia e que o sexo entre pai e filha era bíblico”. As informações foram publicadas pela coluna Na Mira, do portal Metrópoles.

À reportagem, a vítima revelou que chorou muito e que a todo momento o agressor a consolava dizendo que isso era normal enquanto a chamava de “minha filhinha”.

Na segunda (04/04), a mulher chegou a lutar com o pai na tentativa de impedi-lo de realizar mais um estupro tendo ficado machucada. Em uma das oportunidades, o criminoso a ameaçou com uma faca para realizar o ato sexual.

Ela não conseguia escapar da violência, pois sempre focava na mira de faca. De acordo com as investigações, a mulher e sua mãe moram no Peru desde que ela tinha 10 anos.

Na última sexta, ela desembarcou no Distrito Federal para regularizar alguns documentos, buscar um dos filhos que ainda mora no Brasil e aproveitar, também, para encontrar o pai, pois não o via desde a infância.

A mulher só conseguiu pedir ajuda e deixar de ser abusada nesta quarta-feira (06/04), quando foi com o pai até um posto de atendimento do Na Hora, em Taguatinga, emitir o documento de identidade.

No local, ela conseguiu avisar que estava sofrendo violência e ameaça. A polícia foi chamada e a equipe da 14ª Delegacia de Polícia (Gama) foi até o local que prendeu o pai em flagrante.

Durante as diligências, os policiais notaram que toda a vizinhança tinha medo dele e o chamavam de psicopata. A Polícia Civil também identificou outros crimes cometidos pelo agressor, como lesão corporal, cárcere privado e Maria da Penha. Todos contra ex-companheiras. Além disso, ele tem passagem por homicídio e latrocínio.

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