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PSD estuda como expulsar Flordelis do partido; Filiação está suspensa

A expulsão da deputada gospel Flordelis do PSD, partido da qual ela faz parte, não tem data para ocorrer, embora seja esse o plano da legenda, que já abriu um processo disciplinar contra ela.

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O entrave para a expulsão, no entanto, está no entendimento que o PSD possui no sentido de que os processos de expulsão de seus membros só se concretizam depois que essas pessoas são condenadas judicialmente ou estão que estão sendo investigados no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, em apuração avançada.

Flordelis é apontada pela Polícia Civil e pelo Ministério Público do Rio de Janeiro como a mandante do assassinato do marido, o pastor Anderson do Carmo, de 42 anos. 

Desde que a denúncia veio à tona, a filiação dela no PSD foi suspensa, e um procedimento foi aberto para expulsá-la. Ela também está enfrentando um procedimento na Corregedoria da Câmara dos Deputados, que abriu prazo de 5 dias para que ela se defenda. O prazo vence nesta quarta-feira.

Se condenada pela Comissão de Ética à perda de seu mandato, Flordelis pode ser presa, já que perderá também a imunidade parlamentar do cargo, que impediu sua prisão até aqui.

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