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RJ: Morre menina de 11 anos imprensada por carro alegórico

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Raquel Antunes, de 11 anos, foi esmagada por um carro da escola Em Cima da Hora na última quarta - Foto: Divulgação

Morreu no início da tarde desta sexta-feira (22/04), a menina de 11 anos atropelada pelo carro abre-alas da escola de samba Em Cima da Hora. O acidente aconteceu no fim da noite de quarta-feira (20/04), e ela ficou imprensada entre a alegoria e o poste. A morte da menina foi informada pela direção do Hospital Souza Aguiar, onde estava internada.

Raquel Antunes da Silva chegou a perder a perna direita durante uma cirurgia complexa. Ela teria quebrado as duas pernas ao tentar subir no carro alegórico da escola de samba “Em Cima da Hora”.

Segundo o jornal, Raquel estava internada em estado gravíssimo no Hospital Souza Aguiar, no Centro do Rio de Janeiro, e, segundo funcionários da unidade, teve uma hemorragia interna.

Uma tia da menina ligou para a mãe de Raquel para informar sobre a morte da menina.

De acordo com o boletim médico, durante a cirurgia, que durou mais de 6 horas, Raquel sofreu uma parada cardiorrespiratória. Ela também teve traumatismo no tórax e respirava por aparelhos.

Os desfiles da Série Ouro, antigo Grupo de Acesso, chegaram a ser interrompidos em função do acidente, que aconteceu por volta das 23h daquele dia.

Raquel Antunes da Silva, de 11 anos, estava internada e teve a perna amputada após ser imprensada entre um poste e um carro alegórico. — Foto: Reprodução

Uma equipe da 6ª DP (Cidade Nova), que investiga o caso, chegou a estar no hospital na manhã desta quinta-feira (21/04). Após o acidente, a Justiça determinou que as escolas de samba fizessem escolta dos carros alegóricos até os barracões. A decisão do juiz Sandro Pitthan Espíndola, da 1ª Vara da Infância, da Juventude e do Idoso, acolheu o pedido do Ministério Público estadual.

A delegada Maria Aparecida Salgado Mallet, titular da 6ª DP (Cidade Nova), determinou a apreensão do carro alegórico que imprensou a estudante. O ‘Embarque no famoso 33’, foi levado para um barracão, também na Região Portuária do Rio, e está a disposição de novas perícias complementares de profissionais do Instituto de Criminalística Carlos Éboli, que o analisaram e o fotografaram e trabalham para determinar as causas do acidente.

Segundo o Extra, devem ser ouvidos na delegacia o presidente administrativo da escola de samba e um auxiliar do motorista do reboque que puxava a alegoria.

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