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Em tempo de crise é preciso cuidar da saúde mental tanto quanto do corpo

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A história da humanidade é marcada por uma sequência de crises que, de tempos em tempos, abalam cidades, países e até o planeta como um todo. A maioria não é previsível, mas algumas mostram-se remediáveis. O que fazer para vencê-las?

O mundo assiste atualmente a uma pandemia causada por um vírus até então controlado, que se mutou de forma a trazer novos desafios à medicina e à humanidade por completa. Medidas drásticas, como o isolamento social, precisaram ser implantadas nos quatro cantos do globo.

Pais e filhos, esposas e maridos, netos e avós, melhores amigos, colegas de trabalho… a maioria separados por causa de algo visível apenas em microscópios modernos, mas unidos por algo totalmente palpável: os relacionamentos, as sensações, memórias e experiências (ainda que virtuais).

Para muitos, também, há o dilema de passar por tudo isso sozinho. Como manter a sanidade mental e física em uma sociedade que quase impõe uma coletividade diária a ser vivida? Algumas dicas podem aliviar o estresse:

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  1. Mantenha uma rotina: Não estamos de férias na crise, qualquer que seja ela. Ela é um episódio de nossas vidas, não o sentido da nossa existência. Procure manter uma rotina de hábitos, adaptados ao formato a qual você está condicionado a viver no presente. Preservando aspectos essenciais de sua essência: família, estudos, trabalho, amigos, lazer… E procure sempre seguir esses horários com a mesma dedicação que você fazia desde sempre.
  2. Cerque-se das informações indispensáveis: Pregar que as pessoas devem ficar alheias ao que acontece no mundo para não sofrerem é como não dizer a um doente que ele está enfermo, e quais alternativas existem para curá-lo. Procure seguir o que especialistas – de fato – no assunto dizem sobre o tema, pesquise o básico, contribua com sua parte. Evite, porém, tornar isso uma obsessão que tire seu sono e o deixe ansioso ao ponto de se desconectar da realidade, fantasiando neuroses que não ajudam seu equilíbrio.
  3. Mantenha hábitos saudáveis: leia aquele clássico, assista aquela série ou filme que estava na sua lista há décadas, tire a poeira da esteira elétrica – ou caminhe pela sala de estar mesmo -, aprenda a fazer aquele prato que você ou alguém que você ama adoraria comer…
  4. Não permita que qualquer prazer te aprisione: Quando se está em situações de crise, é ‘normal’ que algumas pessoas caiam no marasmo de se viciarem em algum prazer confortável naquele momento difícil, que as fazem serem condicionadas àquilo. Lembre-se que fazer algo que gosta não deve ser uma prisão, mas um escape temporário.
  5. Lembre-se que a crise passa: assim como tudo (ou quase tudo) na vida. A humanidade tem uma história cíclica. As coisas tendem a possuir início, meio e fim. E é por causa disso que precisamos nos atentar para esses pequenos passos em direção à preservação da nossa mente e corpo. A crise não é o fim pra você!

Há um ditado muito clichê que cabe muito bem nessas situações, e não custa nada lembrá-lo: ‘mente sã, corpo são’, e vice-versa. Nesses tempos de crise, ansiedades, medo do desconhecido e até pavor, precisamos estar atentos à nossa saúde física, mental e espiritual, para não sucumbirmos.

A crise passa, e deixa um rastro de muito aprendizado e crescimento àqueles que conseguiram enxergá-la, dentro de seus limites e realidades, como uma oportunidade para se reinventar, se redescobrir, se desabrochar. Talvez o mundo seja o mesmo depois que enfrentarmos essa tragédia mundial que estamos passando agora em 2020, talvez não. Mas o que seremos como pessoas depois do fim de tudo isso depende unicamente de nós, e do quanto estamos dispostos a vencer mais essa crise.

Tadeu Ribeiro
[email protected]

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