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Pastor Everaldo irá depor sobre desvio milionário na Saúde do RJ

O Pastor Everaldo, presidente nacional do Partido Social Cristão (PSC), foi convocado pela comissão da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) que está investigando desvios na Saúde do Rio de Janeiro durante a pandemia.

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O ex-secretário estadual de Saúde, Edmar Santos, disse aos investigadores, através de sua delação premiada, que um representante do empresario Mário Peixoto esteve na Secretaria de Saúde queixando-se do suposto controle do grupo político liderado pelo Pastor Everaldo na secretaria.

Além dele, o empresário Edson Torres, que é apontado como o seu operador financeiro, foi convocado para prestar esclarecimentos às autoridades.

Os trabalhos da comissão permitiram concluir o primeiro relatório preliminar nesta quarta-feira (19), indicando que a Secretaria de Saúde do Rio ignorou ao menos 6 pareceres de órgãos técnicos e de controle, que apontaram irregularidades na contratação da organização social (OS) Iabas.

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Pelo contrato, o estado do Rio de Janeiro desembolsaria R$ 128 milhões por mês para o Iabas gerir uma certa quantidade de leitos. Em São Paulo, o mesmo instituto foi contratado por apenas R$ 18 milhões mensais, para gerir a mesma quantidade de leitos do Rio, o que indicaria sobrepreço irregular na contratação.

A comissão da Alerj estima que o Iabas já recebeu R$ 350 milhões até a semana passada, e avalia que houve “reiterados equívocos”, com “indícios de má fé, especialmente na conduta de determinados agentes governamentais do Executivo estadual”, afirmou.

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