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Minas Gerais

Tragédia de Brumadinho completa 3 anos; seis vítimas continuam desaparecidas

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O rompimento da barragem B1 da mineradora Vale na mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (MG), completou três anos nesta terça-feira (25/01). O rompimento deixou 270 mortos e um rastro de destruição ambiental. Seis pessoas ainda continuam desaparecidas.

O rompimento ocorreu no início da tarde do dia 25 de janeiro de 2019, na Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho. Com o rompimento, os rejeitos de lama atingiram a área administrativa da companhia, incluindo um refeitório, hotéis, sítios, fazendas e casas de moradores locais.

Desde o rompimento da barragem, 264 corpos já foram resgatados. A última vítima foi identificada em 29 de dezembro: Lecilda de Oliveira, que tinha 49 anos na época do incidente e era analista de operação da Vale.

Seis pessoas ainda não foram encontradas pelo Corpo de Bombeiros, são elas: O mecânico industrial Tiago Tadeu Mendes da Silva, de 34 anos, o engenheiro de produção Luís Felipe Alves, de 30, a estagiária administrativa Nathália de Oliveira Porto Araújo, de 25, o auxiliar de sondagem Olímpio Gomes Pinto, de 56, e Maria de Lurdes da Costa Bueno, de 59, e que passava as férias com a família na Pousada Nova Estância.

Uma ação penal que apura a responsabilidade pelo caso ainda corre na Justiça brasileira. 16 pessoas são acusadas pelo crime de homicídio, entre elas estão ex-diretores da Vale e executivos da empresa alemã Tüv Süd, responsável por atestar a segurança da barragem que se rompeu.

Segundo o site da mineradora Vale, a barragem principal que rompeu em Brumadinho tinha capacidade de 12,7 milhões de metros cúbicos. Para efeito de comparação, a barragem da Samarco, operada pela Vale com a australiana BHP, tinha 50 milhões de metros cúbicos de rejeitos.













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