Cachê de Aline Barros é o mais caro do gospel

Aline-Graça

Hoje em dia o segundo maior mercado musical no Brasil é o da música cristã/evangélica chamada de “gospel”. Perdendo apenas para o sertanejo, o gênero é o que mais vende CDs e DVDs no país e o que mais fatura com shows. A variedade de nomes que antes era restrita a algumas dezenas de ministérios, hoje está na casa dos milhares. São muitos os que enveredam pelo caminho do “gospel”, para cumprirem um chamado ou apenas para ganhar dinheiro.

Os shows desses artistas sempre lotam, e por conta disso eles passaram a conseguir um “status” de estrelas da música gospel. E, segundo consta em um levantamento feito pelo jornalista Fábio Mazza, parece que ficou mais difícil levar esses artistas para tocar em suas cidades.

A cantora Aline Barros é a atração mais cara no mercado brasileiro. Segundo Fábio Mazza, o cachê da maior cantora gospel do país gira em torno de 115.000,00 (Cento e quinze mil reais). Dinheiro que daria para comprar 5 carros populares, mais ou menos.

E isso não é tudo. Há ainda o translado, hospedagem e alimentação para mais ou menos 16 pessoas que compõem a equipe da cantora. Fora isso, existem também as exigências pedidas pela cantora, que variam desde 1 mix de amendoim até 2 bombas de chocolate.

Aline Barros é o nome de maior expressão do gospel nacional, tendo ganhado diversos Grammys Latinos e vendido milhões de cópias de seus álbuns. É natural que ela cobre um cachê mais alto que o dos outros ministérios, mas o que se coloca em xeque é a necessidade de se pedir tanto. Com apenas 9 shows por mês, Aline consegue o montante de aproximadamente 1 milhão de reais. Mas claro que ela faz bem mais shows e fatura muito mais, sem contar na venda de seus produtos musicais e das suas empresas de cosméticos e de colchões. É necessário cobrar tudo isso pra “atender ao chamado”?

Tadeu Ribeiro
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